quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A tributação induz “indiretamente” à informalidade empresarial?

Tiziane Machado

O título deste artigo poderá nos levar a uma conclusão rápida, respondendo categoricamente que SIM.

ERRADO! O que tem acontecido no Brasil nos últimos anos, talvez décadas, é que, ao se iniciar um novo negócio, raramente são analisados os custos tributários envolvidos. Pelo contrário: o suposto lucro projetado pelo “iniciante” empresário é resultado da seguinte conta: custo de compra x mark up desejado = suposto lucro.

Se analisarmos o mercado nos últimos anos, não só o consumidor se tornou muito mais exigente e mais consciente dos seus direitos - obrigando as empresas a oferecerem produtos de qualidade a um preço aceitável -, como também o fisco se tornou muito mais eficiente no controle da arrecadação tributária. Diante disso, o “iniciante” empresário, adepto da simples “multiplicação”, conclui: “estou encurralado!”.

A informalidade, ou como muitos a denominam, o “caixa dois”, não é induzida pela tributação, mas sim pela falta de planejamento de um negócio.

Qual a margem de lucro desejável e qual a margem de lucro possível?
Qual é o custo tributário envolvido?
Qual é o custo de oportunidade do dinheiro investido neste novo negócio?

Certa vez, ouvi de um empresário bem-sucedido, que fazia uma reunião inicial com seus três filhos que pretendiam abrir uma construtora com o dinheiro investido do pai: “Se eu ficar em casa todos os dias, assistindo o programa da Ana Maria Braga, tenho 105% do CDI mensalmente. Vocês terão que me render mais do que isso!”. Este era o custo de oportunidade do capital daquele pai.

Ora, muitas vezes escuto dos “iniciantes” empresários o questionamento de quanto a sua nova empresa terá que auferir de lucro. Obviamente que o retorno do capital investido deverá ser maior do que o seu custo de oportunidade. Para cálculo do lucro projetado daquele novo negócio, é condição sine qua non saber exatamente os custos tributários envolvidos. Na prática, denominamos esta ação de PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO.

Considerando o custo de compra do produto ou o custo do serviço, bem como as despesas envolvidas no negócio, sugerimos aos empresários que respondam às seguintes perguntas:

(i) Minha empresa poderá optar pelo Simples Nacional?
(ii) Caso contrário, qual a melhor forma de apuração do lucro? Presumido ou real?
(ii) Qual o custo da folha de salário e quais os encargos envolvidos? Os produtos que comercializo estão sujeitos à substituição tributária do ICMS, ou do Pis/Cofins?
(iii) Estou obrigado à emissão da nota fiscal eletrônica?
(iv) Quais as informações que o meu contador passará para a Receita Federal, Secretaria da Fazenda do Estado ou do Município?

Uma vez respondidos os questionamentos acima, devemos calcular - considerando faturamento, custos e despesas - a carga tributária global do negócio. E só a partir daí é possível concluir se o lucro auferido supera o custo de oportunidade do capital investido.

Para aqueles empresários que não são iniciantes, mas que adotaram o caminho da informalidade, uma dica: iniciar JÁ o planejamento tributário para 2011. Os números considerados deverão ser aqueles projetados para o ano que em breve iniciará - e nunca os números de 2010. Estes deverão servir apenas de parâmetro para a projeção necessária.

Um mau planejamento irá, certamente, comprometer o lucro da empresa e esta certeza é o único caminho para superar a tentação de adotar a informalidade como meio de auferir o desejável, porém irreal, lucro de um negócio.

 
Tiziane Machado é mestre em Direito Tributário e sócia do escritório Machado Advogados e Consultores Associados.

Fonte: Site do empreendedor

Financiamento. Quando buscar ?

10/01/2011 por Beco Com Saída


Antes de tomar um empréstimo, você deve avaliar se realmente precisa, de quanto precisa e se vai conseguir pagar.

Antes de pegar um empréstimo, você deve se perguntar:

O autofinanciamento é possível?
O autofinanciamento é uma forma de tocar seu negócio sem precisar recorrer a empréstimos. Algumas medidas que você pode tomar para se autofinanciar são:

Negociar prazos mais dilatados com fornecedores;
Negociar prazos mais curtos com clientes;
Reinvestir o lucro do negócio ao invés de retirá-lo;

Por que preciso de financiamento?
- Antes de ir a uma instituição financeira, você deve primeiro calcular quanto sua empresa gasta com investimentos fixos e com capital de giro. Feito isso, você deve analisar o saldo restante para identificar se há necessidade de pegar financiamento. É importante identificar onde será investido o recurso e qual será sua origem.

De quanto preciso?
Você deve definir corretamente qual o montante de recursos que sua empresa efetivamente necessita. É preciso dimensionar o valor do financiamento. Essa medida te ajudará a potencializar o negócio, só contraindo dívidas que você tem condições de pagar.

Para saber quanto dinheiro você necessita, é fundamental saber qual o tipo e o preço das máquinas, dos equipamentos, dos veículos, dos móveis e dos utensílios nos quais vai investir e o dinheiro do financiamento.

É fundamental dimensionar corretamente o capital de giro. Dinheiro parado é prejuízo! Caso você não encontre uma boa razão para usar um empréstimo, fuja dele!

Como pagar o empréstimo?
Você deve estudar bem o seu fluxo de caixa e verificar se sua empresa tem capacidade de pagar a dívida a ser contraída. Você precisa refletir se o financiamento vai te ajudar ampliar seu negócio e aumentar seus lucros, de forma que te permita pagar as parcelas do empréstimo.

Que tipo de financiamento é o mais adequado?
Para começar, você deve procurar seu banco de relacionamento e conhecer as possibilidades de financiamento ou pesquisar no mercado financeiro as ofertas que melhor irão atendê-lo a curto, médio e longo prazo.

É preciso ficar atento na hora de escolher em qual instituição financeira você vai pegar um financiamento, para que essa dívida não impacte negativamente na rotina financeira da sua empresa.

Pesquisar as alternativas de financiamento existentes e quais estão mais próximas das necessidades do seu negócio é fundamental.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Como controlar a jornada de trabalho de seus empregados.

Publicado em 10/01/2011 por borishermanson

Encerrando a nossa série de artigos sobre jornada de trabalho veremos agora como realizar o controle da jornada de trabalho dos empregados.

Inicialmente toda empresa está obrigada a manter em lugar visível à fiscalização trabalhista quadro de horário de trabalho de seus empregados, conforme modelo fixado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (art. 74 da CLT).

Neste quadro serão registrados os horários de trabalho de seus empregados de forma discriminada, caso tal horário não seja o mesmo para todos os empregados de uma mesma turma ou seção da empresa.

Além do quadro de horário, também é obrigatório a anotação diária do controle de jornada de trabalho dos empregados (controle de ponto) para empresa com mais de 10 empregados (artigo 74 da CLT), sendo realizado por meios mecanicos ou eletrônicos (livro de registro de ponto, cartão de ponto, ou registro eletrônico de ponto).

A lei admite a tolerância de 05 minutos para anotação da entrada e mais 05 minutos para anotação da saída dos empregados (total de 10 minutos diários), não sendto tais minutos considerados como horas extras (parágrafo 1º do art. 58 da CLT).

No controle de ponto diário deverá ser registrado o horário de entrada e de saída do empregado, bem como a anotação das horas extras realizadas no dia. A legislação admite que o horário de alimentação do empregado sejam pré-anotados no controle de ponto, devendo tais controles serem assinados mensalmente pelos respectivos empregados.

A importância da anotação do controle de ponto é essencial como meio de prova em eventuais reclamações trabalhistas. No caso das empresas dispensadas da manutenção de controle de ponto a prova será testemunhal.

Estão dispensados do registro de ponto os empregados e, em conseguência, não terão direito ao recebimento de horas extras, aqueles empregados que exerçam atividade externa incompatível com fixação de jornada de trabalho e os que exercerem cargo de gerencia ou equiparados.

No caso de atividades externas tal situação deverá constar do registro do empregado. Já para que alguém no cargo de gerente ou equivalente seja dispensado do controle de ponto e do pagamento de horas extras deverão estar presente duas condições, a saber, que o cargo seja efetivamente de confiança e que receba adicional pelo exercício do cargo de gestão no percentual de no mínimo 40% em relação aos dos que não exercem tal cargo.

Desta forma, com os devidos cuidados legais, o empregador estará protegido no caso de eventuais fiscalizações trabalhistas, tendo elementos para sua defesa caso seja acionado pelo empregado na Justiça do Trabalho.

Fonte: http://borishermanson.wordpress.com/2011/01/10/como-controlar-a-jornada-de-trabalho-de-seus-empregados/

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Prazo para declaração de rendimentos das MPE está aberto

Empreendedores individuaios têm até o dia 30 de janeiro para entregar a Declaração Anual para o Microempreendedor; para micro e pequenas empresas prazo vai até o fim de março
Mariana Flores

Brasília - Empreendedores individuais e donos de micro e pequenos negócios devem ficar atentos. Será aberto e 1º de janeiro o prazo para declarar os rendimentos referentes ao ano de 2010. Os mais de 800 mil trabalhadores por conta própria formalizados em todo o País têm até o dia 30 de janeiro para entregar a Declaração Anual para o Microempreendedor Individual.

Para os donos de micro e pequenas empresas o prazo é um pouco mais longo. Os 3,6 milhões de optantes pelo Simples têm até o fim de março para entregar a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN). Todos devem fazer a declaração na página da Receita Federal sob pena de pagar multas de R$ 50 (empreendedores individuais) e de R$ 200 (micro e pequenas empresas).

“Os empreendedores não devem deixar de declarar. É muito simples e fácil fazer a declaração e as informações são importantes para o governo mapear as necessidades dos empreendedores individuais e das micro e pequenas empresas e para melhorar o Simples”, orienta o gerente adjunto de Políticas Públicas do Sebrae, André Spínola.

A data limite para entrega da declaração dos trabalhadores por conta própria pode ser prorrogada para 28 de fevereiro, o que ainda depende de decisão do Comitê Gestor do Simples Nacional. A declaração é feita no endereço http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/Aplicacoes/ATSPO/DASNSIMEI.app/Default.aspx.

Pode formalizar-se como Empreendedor Individual todo trabalhador que trabalhe por conta própria e tenha renda anual de até R$ 36 mil. Com a formalização, os profissionais passam a contar com diversos benefícios, pagando, no máximo, R$ 62,10 por mês. O CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) permite que os autônomos abram conta em banco no nome da empresa, tenham acesso a crédito com juros mais baratos e emitam nota fiscal na hora de vender para outras empresas ou para o governo. Com a empresa legalizada, o empreendedor também passa a ter cobertura da Previdência Social.

Micro e pequenas empresas
A entrega da Declaração dos micro e pequenos negócios é feita exclusivamente pela internet, na página da Receita: http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/ . O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado e simplificado que beneficia empresas com receita bruta anual de até R$ 2,4 milhões.

Os empreendedores que tiverem dúvidas na hora de fazer a declaração podem procurar o Sebrae nos estados. Consultores treinados farão o atendimento aos donos de pequenos negócios. Mais informações podem ser obtidas nas páginas: www.sebrae.com.br e http://www.portaldoempreendedor.gov.br/ .


Serviço:
Agência Sebrae de Notícias - (61) 3243-7851, 3243-7852, 8118-9821 ou 9977-9529
Central de Relacionamento Sebrae - 0800 570 0800

Os textos veiculados pela Agência Sebrae de Notícias podem ser reproduzidas gratuitamente, apenas para fins jornalísticos, mediante a citação da agência. Para mais informações, os jornalistas devem telefonar para (61) 3243-7851 ou 3243-7852, no horário das 10h às 19h.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Orientação para abrir empresa está em época de grande procura

Quando 2011 chegar, a vida de Mônica e Vanessa vai mudar. Elas vão montar uma empresa para organizar casamentos. Já alugaram até o local onde vai funcionar. Estão confiantes, mas o planejamento...


”Quando você bota a mão na massa mesmo, que você percebe que algumas coisas estão faltando e que você precisa buscar um meio para você desembaraçar”, diz a promotora de eventos Vanessa Robles.

Janeiro é o mês em que o Sebrae de São Paulo registra a maior procura por orientações sobre como abrir um próprio negócio. Na central de atendimentos, o número de ligações de gente que quer começar o ano novo como patrão chega a aumentar, em média, em 10%.

E quem procura o Sebrae pra ser dono do próprio nariz? “É aquele tipo que vem perguntando ‘puxa, eu tô querendo montar alguma coisa que dê dinheiro, e o que dá dinheiro hoje?’ E dinheiro hoje a gente consegue tirar de qualquer atividade, desde que tocada com muita competência”, explica Reinaldo Messias, consultor do Sebrae/SP.

Para garantir vida longa ao negócio, o Sebrae orienta o futuro empreendedor a definir com exatidão a área em que pretende atuar e conhecer bem o ramo: quem são os clientes e fornecedores, como o mercado se comporta. O Sebrae dá uma ajuda com cursos, palestras e a orientação de profissionais especializados. E é fundamental fazer um planejamento.

Elisabeth procurou orientação para não cair nas armadilhas que fecham uma em cada quatro empresas paulistas ainda no primeiro ano. Ela quer montar uma loja de vendas pela internet.

“Eu estabeleci que, em três meses, eu tenho que já estar bem encaminhada, porque já fiz bastante pesquisa, estou no final das minhas pesquisas, e já quero desenvolver o meu negócio”, afirma a advogada Elizabeth Lombardi.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Boas Vendas no Natal - Decoração

Dicas - Decoração

O projeto de decoração já está pronto? Veja se pensou em tudo ...

1- A loja, obviamente, deve ser um lugar agradável de ficar. O desconforto encurta a visita e diminui as vendas. Tenha cadeiras extras (dobráveis) e, se possível, alguns brinquedos ou revistinhas para os pequenos. Uma criança agitada faz o cliente ter pressa de ir embora.

2- A vitrine é o cartão de visitas da loja. Se não encantar o consumidor, ele provavelmente não entrará e o comerciante perderá a oportunidade de venda, sobretudo na chamada compra por impulso.

3- Aposte nas vitrines e na comunicação visual para ganhar clientes e maior competitividade. O cenário precisa ser adaptado ao produto, à data e ao espaço da vitrine, mas nunca deve ser o elemento principal.

4- A vitrine é a vedete da decoração, evite repetir anos a fio o mesmo tema e elementos desbotados.

5- Para uma boa vitrine: a área central é seu ponto mais nobre e deve ser reservada para a mercadoria que você vende mais. Fica a cerca de 1,60 m do chão, no meio da vitrine. Essa mercadoria deve estar em primeiro plano. Coordene para que as cores fiquem harmônicas, obedecendo o espaço entre uma mercadoria e outra de no mínimo 10 cm.

6- Não descuide dos focos de luz, mantendo os mais fortes nas mercadorias que devem ter maior atenção do consumidor. Verifique sempre os spots.

7- Organize todos os preços, mantendo-os do mesmo lado em todas as mercadorias para neutralizar a sua interferência.

8- Produtos em alturas diferenciadas dão sempre uma sensação de ritmo e movimento.

9- Opte pela ambientação com jeito de residência, para o cliente se sentir em casa.

10- Use, no interior, elementos versáteis e móveis.

11- Evite excesso de balcões, para não criar barreiras entre cliente e vendedor.

12- Crie pontos focais na área de exposição, para destacar a importância de um produto ou de um mix (em lojas de roupas, por exemplo, mostrar como ficam peças combinadas; em alimentos, agrupar principais e complementares).

13- Mantenha-as sempre cheias, com os principais produtos bem visíveis. Deixe tudo muito limpo e impecável.

14- Em lojas de vestuário, abuse dos degradês, com peças em poucos dobramentos.

15- Coloque as araras em altura confortável para a clientela.

16- Quando a loja for self-service, deixe os preços bem visíveis.

17- A decoração serve para ambientar o produto e não para competir com ele, atente para a adequação do estilo proposto com o cliente, para que ele se enxergue usando aquele produto.

18- Qualquer comerciante, independentemente do tamanho do seu negócio, pode montar uma bela vitrine, basta usar a criatividade. Uma boa dica é usar materiais alternativos, ecológicos ou reciclados, comprar ou fazer parcerias com organizações de inclusão social é sempre uma boa maneira de encantar o cliente, que está cada vez mais consciente da sua responsabilidade como consumidor.

19- Cuidado para não transformar a sua vitrine num ambiente poluído: mostrar ”tudo” o que tem na loja dificulta a visualização e evita que o cliente se detenha para apreciá-la.

20- Atenção com os cartazes de ofertas, promoções, condições de pagamento ou liquidação: é necessário informar, mas com discrição.

21- Ao arrumar a vitrine, evite utilizar fio de nylon muito grosso, que pode ser visto de longe. O ideal é o de 0,20mm de espessura.

22- Cuide para que não haja mercadoria amarrotada, o que é fácil de ocorrer em momentos de grande movimento.

23- Evite expor juntas mercadorias de qualidade diferente ou sem afinidade, como por exemplo, um tecido de seda ao lado de outro para forrar colchões.

24- Fique atento à escolha de cores ao elaborar a sua vitrine, estudos comprovam que as cores têm influência direta no comportamento humano de acordo com as sensações que transmitem. Algumas dicas:

vermelho – remete a atividade, força, poder, paixão.
laranja – faz lembrar saúde, sol, verão.
amarelo – estimula o sistema nervoso, convida à ação, transmite vivacidade.
verde – sugere paz, esperança, faz lembrar natureza, juventude, vigor.
azul – é repousante, sugere calma, frescor, descanso, equilíbrio.
violeta – acentua atmosfera de profundidade, introspecção, misticismo.
branco – sugere pureza, leveza, limpeza, delicadeza.
preto – transmite elegância, sobriedade, austeridade.

25- Preço e formas de pagamento visíveis na vitrine atraem clientes.

26- As gôndolas e os corredores oferecem facilidade de circulação do público dentro da loja. Mas cuidado para não deixar espaços muito amplos para que a loja não dê a impressão de vazia.


Fonte: http://natal.sp.sebrae.com.br/dicas_decoracao.asp

Negócio Milionário

Como empreendedores começaram pequenos e fizeram de seus negócios verdadeiras minas de ouro


Flávia Ghiurghi

Em 2008, Noah Everett, até então, um programador web, montou um site chamado Twitpic com o intuito de auxiliar no compartilhamento de fotos no Twitter. Na época, ele usou um único servidor e bancou sozinho todo o serviço. Por um ano e meio foi o único funcionário da empresa e, posteriormente, passou a contar com mais três (seu pai, sua mãe e um programador que ele nunca viu pessoalmente). Hoje, o site é um dos serviços mais populares do Twitter, prestes a atingir a marca de 6,5 milhões de usuários e com faturamento aproximado de U$1,5 milhão por ano.

Em março do mesmo ano, o italiano Giacomo Guilizzoni fundou a Balsamiq Studios com o intuito de vender o software Mockups, usado para fazer wireframes em fases de prototipação de softwares e websites. Ex-engenheiro de software senior na Adobe e um dos responsáveis pelo Adobe Connect, Guilizzoni queria aliar o talento para desenvolver softwares com a vontade de ter o próprio negócio. Começou a empresa sozinho sendo ajudado, mais tarde, pela esposa. Mesmo com pouca estrutura, conseguiu cinco mil clientes em menos de 11 meses e só contratou o primeiro funcionário em 2009. Atualmente, a empresa é formada por quatro pessoas e registrou lucro de U$1.139.919,59, em 2009.

Assim como Everett e Guilizzoni, há inúmeros casos de empreendimentos no Brasil que começaram pequenos, com o mínimo de estrutura, e foram ganhando espaço rapidamente, se tornando negócios milionários. Prova disso é a estimativa de que o número total de milionários no Brasil irá superar o dos demais países integrantes do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) em 2017, e de que um brasileiro se torna milionário a cada dez minutos.

“Cada vez mais promissora, a classe média vem se tornando uma ‘mola propulsora’ de negócios no Brasil, já que faz parte das metas querer melhorar de vida, tanto no lado pessoal quanto no profissional e financeiro.” ADIR RIBEIRO, DA PRAXIS EDUCATION

 
TECNOLOGIA ALIADA A NOVIDADE
Os empresários Alex Todres e Bob Rossato investiram em algo novo. Os dois criaram o portal ViajaNet em novembro de 2009, com investimento de R$ 4 milhões pulverizados ao longo de quatro anos, e contaram com a participação do Fundo de Investimentos Norte Americano da Travel Investiment Technology (T.I.T.).

De acordo com Todres, o objetivo da criação da agência era estimular o turismo on-line e o crescimento do comércio eletrônico. “Nossa história é bem interessante, uma vez que meu sócio, Bob Rossato, tem dez anos de bagagem em turismo on-line e eu em marketing digital. Ou seja, unimos o core business da empresa com as estratégias fundamentais para se dar bem no comércio eletrônico – marketing digital”, comenta.

Com mais de 250 mil usuários cadastrados, a média atual de acessos no portal é de dois milhões de visitantes por mês. A expectativa da empresa era de faturar R$ 12 milhões no primeiro ano, e hoje a projeção é de R$ 55 milhões até o final de 2010. “O bom momento do turismo no Brasil, aliado ao aumento do poder aquisitivo da população, contribuiu muito para o nosso crescimento”, ressalta Todres.

Uma grande sacada da ViajaNet que ajudou a alavancar os resultados da empresa foram as ações promocionais em datas sazonais. Segundo o empresário, em épocas como início de temporadas, mudanças de estações e feriados, são feitas campanhas que oferecem preços mais baixos e opções maiores de parcelamento. Além disso, a empresa apostou no marketing online para mensurar minuciosamente a percepção de sua marca pelos internautas e segmentar ações de acordo com o perfil do público.

Fundada em 2005, com sede em São Paulo e filial em Cuiabá, a FDM Network Consulting se tornou uma das principais integradoras em infraestrutura de redes para mercados verticais, segundo o presidente Fabio Sidney. “A empresa começou dentro da minha própria casa, como uma consultoria, atendendo grandes contas e com o crescimento foi necessário montar uma estrutura de operação para atender as exigências dos clientes”, conta Sidney.

Apesar de começar o negócio com pouco capital, o empresário garantiu uma lucratividade precoce por conta de um bom planejamento. “Desde o início, a FDM só superou as expectativas iniciais, e obteve por anos um crescimento de até 200%. A empresa começou com um capital social de R$10 mil e, hoje, o capital social gira em torno de R$500 mil. Desde seu nascimento, a empresa cresceu mais de 1000%”, explica.

Há também quem decidiu investir em leilões virtuais. A história do portal de Olho no Click começou em meados de 2007 em uma conversa informal entre dois amigos, que discutiam suas possibilidades de vida futura e onde estariam dali há alguns anos. “Nessa conversa, comentei com o Sylvio Ávilla, meu sócio sobre o livro ‘Você está Louco’, no qual o autor Ricardo Semler conta algumas de suas ideias revolucionárias. E depois que o Ávilla comentou que ao morar na Alemanha, teve contato com um novo modelo de negócios, começou a brotar ali mesmo o projeto do Olho no Click”, relembra o diretor comercial, Guilherme Pizzini.

Os futuros sócios levaram um ano e oito meses para estruturar o projeto, estudar o mercado, identificar oportunidades e ameaças, além de buscar parcerias que viabilizassem o projeto. No primeiro trimestre de 2010, a empresa cresceu 215%, em compraração ao mesmo período de 2009, “Qualquer empreendimento deve passar pela etapa do planejamento, por isso, é fundamental que, antes de iniciar o projeto, realize um estudo aprofundado para identificar o tamanho do mercado, quais oportunidades ele traz, quem são os clientes, quais suas necessidades e, baseado nessas informações, planejar e executar suas ações”, acrescenta Pizzini.












Acesso das mídias sociais no mundo

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Planejando 2011 - Cursos do SEBRAE/PI - Janeiro e Fevereiro

Pessoal,

Final de ano é tempo de Festas, comemoramos o nascimento do Menino Jesus e nos preparamos para o Ano Novo que se aproxima.

É hora de avaliarmos o ano que passou e, nos programarmos para que em 2011 possamos traçar nossas metas e atingir nossos objetivos.

Pensando nisso, preparamos a programação de cursos do SEBRAE para os meses de janeiro e fevereiro de 2011:

Palestra sobre Empreendedor Individual;
Curso: Aprender a Empreender;
Curso: Atendimento ao Cliente;
Curso: Como Vender Mais e Melhor;

Programe-se, estipule a sua meta, acredite, você consegue.

Desejamos à todos desde já, um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo.

Boas Festas.

Isabela Karinne S. Ribeiro Carneiro
Gestora - Atendimento Individual da Região do Litoral Piauiense
Gestora - Comércio Varejista de Parnaíba
SEBRAE/PI - Unidade Regional de Parnaíba
Rua: Almirante Gervásio Sampaio, 767 - Centro.
CEP: 64200-250 - Parnaíba/PI
Telefone: (86) 3322-4688 - Fax: (86) 3321-2649
E-mail: isabela@pi.sebrae.com.br
http://varejonopiaui.wordpress.com/
http://empreendedorismopi.blogspot.com/
http://twitter.com/SEBRAEPIPHB





Janeiro e Fevereiro / 2011



Palestra: Empreendedor Individual
Período: 20 de janeiro de 2011
Horário: 16h00 às 18h00
Carga Horária: 2h
Investimento: Gratuita
Instrutor: Chagas Val
Local: Auditório da Estação da Moda


Curso: Aprender a Empreender
Período: 24 a 29 de janeiro de 2011
Horário: 18h00 às 22h00
Carga Horária: 24h
Investimento: R$ 50,00
Pagamento Antecipado: R$ 45,00
Instrutor: Mirna Escórcio
Local: Auditório do SEBRAE/PI


Curso: Atendimento ao Cliente
Período: 7 a 11 de fevereiro de 2011
Horário: 18h30 às 21h30
Carga Horária: 15h
Investimento: R$ 45,00
Pagamento Antecipado: R$ 40,00
Instrutor: Ana Maria Silva
Local: Sala 2 – SEBRAE/PI


Curso: Como Vender Mais e Melhor
Período: 21 a 25 de fevereiro de 2011
Horário: 18h30 às 21h30
Carga Horária: 15h + 3h de Consultoria
Investimento: R$ 45,00
Pagamento Antecipado: R$ 40,00
Instrutor: Aldo James
Local: Sala 2 – SEBRAE/PI


Palestra: Empreendedor Individual
Período: 28 de fevereiro de 2011
Horário: 16h00 às 18h00
Carga Horária: 2h
Investimento: Gratuita
Instrutor: Chagas Val
Local: Auditório da Estação da Moda













segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Como Aumentar Vendas no Natal


Final de ano é tempo de festas e no Natal, período em que se comemora o nascimento de Jesus, o mercado sofre um aquecimento extraordinário, momento excelente para as vendas.



Com este pensamento, o Escritório Regional do SEBRAE em Parnaíba/PI traz a palestra: Como Aumentar Vendas no Natal, com o consultor Aldo James, dia 30 de novembro, às 19h00.


Nossa principal expectativa é atender as empresas que fazem parte do Projeto Comércio Varejista de Parnaíba. Atualmente, 40 empresas do centro comercial de Parnaíba são assistidas pelo projeto, porém, o evento é aberto ao público em geral, todos podem participar.

Vale salientar que há limitações quanto à participação, são apenas 80 vagas, por isso, reserve desde já sua inscrição através do telefone: (86) 3322-4688.

Além deste evento, no mês de dezembro o SEBRAE oferecerá a palestra: Empreendedor Individual, dia 9 de dezembro às 16h00 no auditório do Estação da Moda em Parnaíba. É a oportunidade de tirar dúvidas e decidir pela formalização através do Empreendedor Individual.


Isabela Ribeiro
isabela@pi.sebrae.com.br
Parnaíba/PI



SEBRAE/PI - Regional de Parnaíba
Rua: Almirante Gervásio Sampaio, 767 - Centro
Parnaíba/PI  CEP: 64200-250
Fone: (86) 3322-4688
Fax: (86) 3321-2649