terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Boas Vendas no Natal - Decoração

Dicas - Decoração

O projeto de decoração já está pronto? Veja se pensou em tudo ...

1- A loja, obviamente, deve ser um lugar agradável de ficar. O desconforto encurta a visita e diminui as vendas. Tenha cadeiras extras (dobráveis) e, se possível, alguns brinquedos ou revistinhas para os pequenos. Uma criança agitada faz o cliente ter pressa de ir embora.

2- A vitrine é o cartão de visitas da loja. Se não encantar o consumidor, ele provavelmente não entrará e o comerciante perderá a oportunidade de venda, sobretudo na chamada compra por impulso.

3- Aposte nas vitrines e na comunicação visual para ganhar clientes e maior competitividade. O cenário precisa ser adaptado ao produto, à data e ao espaço da vitrine, mas nunca deve ser o elemento principal.

4- A vitrine é a vedete da decoração, evite repetir anos a fio o mesmo tema e elementos desbotados.

5- Para uma boa vitrine: a área central é seu ponto mais nobre e deve ser reservada para a mercadoria que você vende mais. Fica a cerca de 1,60 m do chão, no meio da vitrine. Essa mercadoria deve estar em primeiro plano. Coordene para que as cores fiquem harmônicas, obedecendo o espaço entre uma mercadoria e outra de no mínimo 10 cm.

6- Não descuide dos focos de luz, mantendo os mais fortes nas mercadorias que devem ter maior atenção do consumidor. Verifique sempre os spots.

7- Organize todos os preços, mantendo-os do mesmo lado em todas as mercadorias para neutralizar a sua interferência.

8- Produtos em alturas diferenciadas dão sempre uma sensação de ritmo e movimento.

9- Opte pela ambientação com jeito de residência, para o cliente se sentir em casa.

10- Use, no interior, elementos versáteis e móveis.

11- Evite excesso de balcões, para não criar barreiras entre cliente e vendedor.

12- Crie pontos focais na área de exposição, para destacar a importância de um produto ou de um mix (em lojas de roupas, por exemplo, mostrar como ficam peças combinadas; em alimentos, agrupar principais e complementares).

13- Mantenha-as sempre cheias, com os principais produtos bem visíveis. Deixe tudo muito limpo e impecável.

14- Em lojas de vestuário, abuse dos degradês, com peças em poucos dobramentos.

15- Coloque as araras em altura confortável para a clientela.

16- Quando a loja for self-service, deixe os preços bem visíveis.

17- A decoração serve para ambientar o produto e não para competir com ele, atente para a adequação do estilo proposto com o cliente, para que ele se enxergue usando aquele produto.

18- Qualquer comerciante, independentemente do tamanho do seu negócio, pode montar uma bela vitrine, basta usar a criatividade. Uma boa dica é usar materiais alternativos, ecológicos ou reciclados, comprar ou fazer parcerias com organizações de inclusão social é sempre uma boa maneira de encantar o cliente, que está cada vez mais consciente da sua responsabilidade como consumidor.

19- Cuidado para não transformar a sua vitrine num ambiente poluído: mostrar ”tudo” o que tem na loja dificulta a visualização e evita que o cliente se detenha para apreciá-la.

20- Atenção com os cartazes de ofertas, promoções, condições de pagamento ou liquidação: é necessário informar, mas com discrição.

21- Ao arrumar a vitrine, evite utilizar fio de nylon muito grosso, que pode ser visto de longe. O ideal é o de 0,20mm de espessura.

22- Cuide para que não haja mercadoria amarrotada, o que é fácil de ocorrer em momentos de grande movimento.

23- Evite expor juntas mercadorias de qualidade diferente ou sem afinidade, como por exemplo, um tecido de seda ao lado de outro para forrar colchões.

24- Fique atento à escolha de cores ao elaborar a sua vitrine, estudos comprovam que as cores têm influência direta no comportamento humano de acordo com as sensações que transmitem. Algumas dicas:

vermelho – remete a atividade, força, poder, paixão.
laranja – faz lembrar saúde, sol, verão.
amarelo – estimula o sistema nervoso, convida à ação, transmite vivacidade.
verde – sugere paz, esperança, faz lembrar natureza, juventude, vigor.
azul – é repousante, sugere calma, frescor, descanso, equilíbrio.
violeta – acentua atmosfera de profundidade, introspecção, misticismo.
branco – sugere pureza, leveza, limpeza, delicadeza.
preto – transmite elegância, sobriedade, austeridade.

25- Preço e formas de pagamento visíveis na vitrine atraem clientes.

26- As gôndolas e os corredores oferecem facilidade de circulação do público dentro da loja. Mas cuidado para não deixar espaços muito amplos para que a loja não dê a impressão de vazia.


Fonte: http://natal.sp.sebrae.com.br/dicas_decoracao.asp

Negócio Milionário

Como empreendedores começaram pequenos e fizeram de seus negócios verdadeiras minas de ouro


Flávia Ghiurghi

Em 2008, Noah Everett, até então, um programador web, montou um site chamado Twitpic com o intuito de auxiliar no compartilhamento de fotos no Twitter. Na época, ele usou um único servidor e bancou sozinho todo o serviço. Por um ano e meio foi o único funcionário da empresa e, posteriormente, passou a contar com mais três (seu pai, sua mãe e um programador que ele nunca viu pessoalmente). Hoje, o site é um dos serviços mais populares do Twitter, prestes a atingir a marca de 6,5 milhões de usuários e com faturamento aproximado de U$1,5 milhão por ano.

Em março do mesmo ano, o italiano Giacomo Guilizzoni fundou a Balsamiq Studios com o intuito de vender o software Mockups, usado para fazer wireframes em fases de prototipação de softwares e websites. Ex-engenheiro de software senior na Adobe e um dos responsáveis pelo Adobe Connect, Guilizzoni queria aliar o talento para desenvolver softwares com a vontade de ter o próprio negócio. Começou a empresa sozinho sendo ajudado, mais tarde, pela esposa. Mesmo com pouca estrutura, conseguiu cinco mil clientes em menos de 11 meses e só contratou o primeiro funcionário em 2009. Atualmente, a empresa é formada por quatro pessoas e registrou lucro de U$1.139.919,59, em 2009.

Assim como Everett e Guilizzoni, há inúmeros casos de empreendimentos no Brasil que começaram pequenos, com o mínimo de estrutura, e foram ganhando espaço rapidamente, se tornando negócios milionários. Prova disso é a estimativa de que o número total de milionários no Brasil irá superar o dos demais países integrantes do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) em 2017, e de que um brasileiro se torna milionário a cada dez minutos.

“Cada vez mais promissora, a classe média vem se tornando uma ‘mola propulsora’ de negócios no Brasil, já que faz parte das metas querer melhorar de vida, tanto no lado pessoal quanto no profissional e financeiro.” ADIR RIBEIRO, DA PRAXIS EDUCATION

 
TECNOLOGIA ALIADA A NOVIDADE
Os empresários Alex Todres e Bob Rossato investiram em algo novo. Os dois criaram o portal ViajaNet em novembro de 2009, com investimento de R$ 4 milhões pulverizados ao longo de quatro anos, e contaram com a participação do Fundo de Investimentos Norte Americano da Travel Investiment Technology (T.I.T.).

De acordo com Todres, o objetivo da criação da agência era estimular o turismo on-line e o crescimento do comércio eletrônico. “Nossa história é bem interessante, uma vez que meu sócio, Bob Rossato, tem dez anos de bagagem em turismo on-line e eu em marketing digital. Ou seja, unimos o core business da empresa com as estratégias fundamentais para se dar bem no comércio eletrônico – marketing digital”, comenta.

Com mais de 250 mil usuários cadastrados, a média atual de acessos no portal é de dois milhões de visitantes por mês. A expectativa da empresa era de faturar R$ 12 milhões no primeiro ano, e hoje a projeção é de R$ 55 milhões até o final de 2010. “O bom momento do turismo no Brasil, aliado ao aumento do poder aquisitivo da população, contribuiu muito para o nosso crescimento”, ressalta Todres.

Uma grande sacada da ViajaNet que ajudou a alavancar os resultados da empresa foram as ações promocionais em datas sazonais. Segundo o empresário, em épocas como início de temporadas, mudanças de estações e feriados, são feitas campanhas que oferecem preços mais baixos e opções maiores de parcelamento. Além disso, a empresa apostou no marketing online para mensurar minuciosamente a percepção de sua marca pelos internautas e segmentar ações de acordo com o perfil do público.

Fundada em 2005, com sede em São Paulo e filial em Cuiabá, a FDM Network Consulting se tornou uma das principais integradoras em infraestrutura de redes para mercados verticais, segundo o presidente Fabio Sidney. “A empresa começou dentro da minha própria casa, como uma consultoria, atendendo grandes contas e com o crescimento foi necessário montar uma estrutura de operação para atender as exigências dos clientes”, conta Sidney.

Apesar de começar o negócio com pouco capital, o empresário garantiu uma lucratividade precoce por conta de um bom planejamento. “Desde o início, a FDM só superou as expectativas iniciais, e obteve por anos um crescimento de até 200%. A empresa começou com um capital social de R$10 mil e, hoje, o capital social gira em torno de R$500 mil. Desde seu nascimento, a empresa cresceu mais de 1000%”, explica.

Há também quem decidiu investir em leilões virtuais. A história do portal de Olho no Click começou em meados de 2007 em uma conversa informal entre dois amigos, que discutiam suas possibilidades de vida futura e onde estariam dali há alguns anos. “Nessa conversa, comentei com o Sylvio Ávilla, meu sócio sobre o livro ‘Você está Louco’, no qual o autor Ricardo Semler conta algumas de suas ideias revolucionárias. E depois que o Ávilla comentou que ao morar na Alemanha, teve contato com um novo modelo de negócios, começou a brotar ali mesmo o projeto do Olho no Click”, relembra o diretor comercial, Guilherme Pizzini.

Os futuros sócios levaram um ano e oito meses para estruturar o projeto, estudar o mercado, identificar oportunidades e ameaças, além de buscar parcerias que viabilizassem o projeto. No primeiro trimestre de 2010, a empresa cresceu 215%, em compraração ao mesmo período de 2009, “Qualquer empreendimento deve passar pela etapa do planejamento, por isso, é fundamental que, antes de iniciar o projeto, realize um estudo aprofundado para identificar o tamanho do mercado, quais oportunidades ele traz, quem são os clientes, quais suas necessidades e, baseado nessas informações, planejar e executar suas ações”, acrescenta Pizzini.












Acesso das mídias sociais no mundo

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Planejando 2011 - Cursos do SEBRAE/PI - Janeiro e Fevereiro

Pessoal,

Final de ano é tempo de Festas, comemoramos o nascimento do Menino Jesus e nos preparamos para o Ano Novo que se aproxima.

É hora de avaliarmos o ano que passou e, nos programarmos para que em 2011 possamos traçar nossas metas e atingir nossos objetivos.

Pensando nisso, preparamos a programação de cursos do SEBRAE para os meses de janeiro e fevereiro de 2011:

Palestra sobre Empreendedor Individual;
Curso: Aprender a Empreender;
Curso: Atendimento ao Cliente;
Curso: Como Vender Mais e Melhor;

Programe-se, estipule a sua meta, acredite, você consegue.

Desejamos à todos desde já, um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo.

Boas Festas.

Isabela Karinne S. Ribeiro Carneiro
Gestora - Atendimento Individual da Região do Litoral Piauiense
Gestora - Comércio Varejista de Parnaíba
SEBRAE/PI - Unidade Regional de Parnaíba
Rua: Almirante Gervásio Sampaio, 767 - Centro.
CEP: 64200-250 - Parnaíba/PI
Telefone: (86) 3322-4688 - Fax: (86) 3321-2649
E-mail: isabela@pi.sebrae.com.br
http://varejonopiaui.wordpress.com/
http://empreendedorismopi.blogspot.com/
http://twitter.com/SEBRAEPIPHB





Janeiro e Fevereiro / 2011



Palestra: Empreendedor Individual
Período: 20 de janeiro de 2011
Horário: 16h00 às 18h00
Carga Horária: 2h
Investimento: Gratuita
Instrutor: Chagas Val
Local: Auditório da Estação da Moda


Curso: Aprender a Empreender
Período: 24 a 29 de janeiro de 2011
Horário: 18h00 às 22h00
Carga Horária: 24h
Investimento: R$ 50,00
Pagamento Antecipado: R$ 45,00
Instrutor: Mirna Escórcio
Local: Auditório do SEBRAE/PI


Curso: Atendimento ao Cliente
Período: 7 a 11 de fevereiro de 2011
Horário: 18h30 às 21h30
Carga Horária: 15h
Investimento: R$ 45,00
Pagamento Antecipado: R$ 40,00
Instrutor: Ana Maria Silva
Local: Sala 2 – SEBRAE/PI


Curso: Como Vender Mais e Melhor
Período: 21 a 25 de fevereiro de 2011
Horário: 18h30 às 21h30
Carga Horária: 15h + 3h de Consultoria
Investimento: R$ 45,00
Pagamento Antecipado: R$ 40,00
Instrutor: Aldo James
Local: Sala 2 – SEBRAE/PI


Palestra: Empreendedor Individual
Período: 28 de fevereiro de 2011
Horário: 16h00 às 18h00
Carga Horária: 2h
Investimento: Gratuita
Instrutor: Chagas Val
Local: Auditório da Estação da Moda













segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Como Aumentar Vendas no Natal


Final de ano é tempo de festas e no Natal, período em que se comemora o nascimento de Jesus, o mercado sofre um aquecimento extraordinário, momento excelente para as vendas.



Com este pensamento, o Escritório Regional do SEBRAE em Parnaíba/PI traz a palestra: Como Aumentar Vendas no Natal, com o consultor Aldo James, dia 30 de novembro, às 19h00.


Nossa principal expectativa é atender as empresas que fazem parte do Projeto Comércio Varejista de Parnaíba. Atualmente, 40 empresas do centro comercial de Parnaíba são assistidas pelo projeto, porém, o evento é aberto ao público em geral, todos podem participar.

Vale salientar que há limitações quanto à participação, são apenas 80 vagas, por isso, reserve desde já sua inscrição através do telefone: (86) 3322-4688.

Além deste evento, no mês de dezembro o SEBRAE oferecerá a palestra: Empreendedor Individual, dia 9 de dezembro às 16h00 no auditório do Estação da Moda em Parnaíba. É a oportunidade de tirar dúvidas e decidir pela formalização através do Empreendedor Individual.


Isabela Ribeiro
isabela@pi.sebrae.com.br
Parnaíba/PI



SEBRAE/PI - Regional de Parnaíba
Rua: Almirante Gervásio Sampaio, 767 - Centro
Parnaíba/PI  CEP: 64200-250
Fone: (86) 3322-4688
Fax: (86) 3321-2649

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Brindes tecnológicos viram tendência de mercado

Os produtos estão cada vez mais sofisticados para acompanhar as mudanças no comportamento dos consumidores.

Empresários apostam em brindes tecnológicos para atender ao mercado. Agora, os brindes para agradar, além de qualidade, esnobam em inovação.

Uma ímã de geladeira dispensa o papel para deixar recado. Ele é um aparelho que grava, reproduz voz e a imagem, como se fosse uma TV.

O empresário Jeferson Vieira apostou em tecnologia. Ele está no mercado de brindes há 20 anos. Hoje, ele importa da China itens como mini aspiradores de teclado, TV digital e chaveiros pen drive. Com investimento em tecnologia, o empresário aumentou o faturamento em mais de 50%.

“A margem de lucro varia entre 9 a 17% e depende dos modelos, dos produtos, da variação de aceitação do mercado”, diz Jeferson.

Os artigos são de qualidade e cheios de inovações, há chaveiros que viram caixinhas de som. O empresário deve recuperar o investimento até o final do ano. Para isso, conta com uma lista de 20 mil clientes cadastrados.

São mais de 2 mil opções de brindes entre os tradicionais e os mais sofisticados. Para ganhar mercado, a empresa aposta na exclusividade. Atualmente, brindes que se destacam pela tecnologia já representam 50% das vendas.

Um mp3 em formato de Squeeze custa R$ 280. O pen drive a prova d’água é mais barato, R$ 40. Esse é o carro-chefe de vendas, são cerca de 4 mil unidades por mês.

“O mercado tinha um aumento de 50% no final do ano. Agora, por conta de vários eventos, congressos durante o ano tiveram um aumento muito grande. Esse aumento das vendas permanece durante o ano inteiro”, diz Jefferson.

Para atender à demanda crescente, 30 funcionários trabalham no escritório e na linha de produção. Lá, as peças são personalizadas com maquinários modernos e a gravação a laser é simples e fica pronta em segundos.

Por fim, os produtos são embalados. Mais da metade dos clientes é do mercado corporativo.

“A estratégia é trabalhar com produtos diferenciados. Buscar novidades, inovações totalmente exclusivas”, garante o empresário.

O empresário Julio Landmann é um dos clientes da empresa de brindes. Quatro vezes por ano, ele encomenda os produtos tecnológicos. No último pedido, gastou quase R$ 4 mil em pen drives personalizados.

“Virou um objeto de desejo. Está sendo muito procurado, eu acho que foi uma escolha excelente nossa e vamos ficar agora nessa área mais tecnológica. Parece ser um diferencial importante”, comentou Julio Landmann, cliente.

Já o empresário Luciano Bigarelli está no mercado de brindes há 15 anos. Ele começou a trabalhar com a linha tecnológica há quatro anos. Para crescer, a estratégia dele foi terceirizar a produção. Com a mudança o empresário reduziu 40% dos gastos.

“O que nós tínhamos de funcionários internos e maquinário, nós repassamos todo esse serviço pra fora onde a gente tem essa vantagem que a gente pode oferecer ao cliente de redução de custo e atendimento em até 24 horas de todos os produtos”, diz ele.

Para montar uma empresa de brindes o investimento inicial é de R$50 mil. O valor inclui a importação de produtos e a personalização.

O empresário Luciano tem estoque de mp3 e mp4, mini mouse wireless, chaveiro bafômetro e pen drive estilizado. A peça é em acrílico no formato do produto do cliente. O preço médio é de R$ 50 a unidade.

Em sua empresa ele faz cerca de 500 orçamentos por mês. Ele tem sete funcionários, e para aumentar as vendas, faz promoções.

“No último trimestre do ano é onde a gente ganha no volume. Onde a gente investe mais num preço competitivo, baixamos o preço pra gerar um volume de vendas e poder atender todo mundo”, explica Luciano.

Com os brindes tecnológicos, as vendas da empresa cresceram 70%. O faturamento médio é de R$ 150 mil por mês. A divulgação é feita em revistas especializadas e sites. O empresário usa a internet como uma ferramenta para conquistar clientes de graça.

“A gente usa muito o sistema de envio de newsletter, com promoções pros clientes cadastrados, e as mídias sociais. As mídias sociais correspondem hoje a 50% do nosso faturamento, o que além de tudo é grátis. Não tem um investimento mensal de patrocínio em propagandas”, diz ele.

Denise Sousa Medeiros é cliente de Luciano Bigarelli. Ela tem uma loja de informática e gasta até R$ 50 mil cada vez que faz encomenda. Para Denise, o negócio vale a pena porque fideliza o cliente.

“A tecnologia é o mundo dele, então nada como presenteá-lo com aquilo que ele trabalha no seu dia a dia. Que ele usa né?”, diz Denise.

O setor de brindes registrou um faturamento de R$ 4, 5 bilhões no ano passado. Luiz Salvador, organizador da maior feira de brindes do país, acredita que o setor vai fechar 2010 com crescimento de 10 a 12%. E os itens tecnológicos representaram 25% dos negócios.

“O pen drive, mp3, mp4, esse gravador de mensagens são as coqueluches do momento”,diz Luiz Roberto.


Máquinas que custam pouco rendem bons lucros para o comerciante

Elas são baratas e de fácil operação, como as máquinas que fazem crepe e algodão doce.



Dica de negócio: as maquininhas de alimentação são uma boa opção para quem quer começar uma pequena empresa. Elas são baratas e de fácil operação, como as máquinas que fazem crepe e algodão doce.

Os empresários Ademir Ferrari e Anderson Bonetto fabricam a máquina de crepe e de algodão doce, há cinco anos. Eles partiram de uma necessidade de mercado e desenvolveram equipamentos pequenos, leves e práticos.

“Nós tínhamos máquinas muito grandes, pesadas onde não existia nenhuma portabilidade. Era muito difícil de as pessoas transportarem. Então, tentamos simplificar reduzindo o peso e o tamanho o quanto fosse possível. E também eliminando possíveis dificuldades de trabalho”, conta Ferrari.

A máquina de crepe é feita em modelos para seis ou 12 unidades. Preço: de R$ 370 a R$ 600. Já o modelo mais barato da máquina de algodão doce custa R$ 550. O mais caro, de aço inox, sai por R$ 750.

Para montar a fábrica, os empresários investiram R$ 70 mil. Compraram dobradeira, ferramentas e fizeram estoque. Parte da produção é terceirizada. Eles fabricam as placas eletrônicas e montam os equipamentos.

“Foi um grande desafio. Nós tivemos um trabalho junto aos nossos fornecedores no sentido de reduzirmos o tamanho do motor. É bem menor, quase metade do que existia tanto em tamanho como em peso. Hoje você pode verificar que ele cabe praticamente na palma da mão e pesa apenas quatro quilos”, explica Ferrari.

A empresa produz 200 unidades de cada máquina por mês. De junho a outubro, a procura dobra, por causa das festas juninas, Dia da Criança e Natal.

“É um produto de fácil transporte, baixa manutenção. É um produto muito resistente. Qualquer pessoa opera o produto”, garante Bonetto.

Os equipamentos geram oportunidades de negócio com baixo investimento. É o caso da empresária Jô Fernandes.

Um ponto que é uma portinha e tem apenas um metro de frente. É pequeno, mas bem localizado. Fica em frente a um colégio. No intervalo das aulas, os alunos têm 15 minutos para fazer lanche. É muita gente em curtíssimo tempo. Para atender a esse consumidor relâmpago, a empresária Jô está preparada. Ela e suas seis máquinas de fazer crepe.

Chega o intervalo. É hora de movimento e a empresária não para. O crepe sai em menos de três minutos. Jô vende 80 crepes por dia.

”É bom porque está sustentando a minha família. A partir do momento que eu comecei a trabalhar com isso eu não precisei fazer mais nada. Só o crepe”, conta.

A empresária montou o negócio em 2008. Investiu R$ 20 mil. Alugou o espaço e reformou. Comprou geladeira, balcão, vitrine e as máquinas de crepe.

A empresária também oferece pão de queijo, salgados, sanduíches e bebidas. Mas os crepes representam 70 % das vendas. Jô começou com três sabores e foi inventando outros. Chocolate, pizza, doce de leite. Hoje são 33 sabores. Uma estratégia para ninguém enjoar do produto.

“Eu faço o teste. Mando algumas pessoas experimentarem para ver se ficou legal. Se dá certo, eu coloco. Se não, eu deixo de lado e tento de novo”, afirma a empresária.

Para a empresária, o produto tem três características que garantem o sucesso: é prático, rápido e barato. Ela capricha no recheio e não corta as bordas, para encher os olhos do consumidor.

“É uma comida ‘fast food’. A gente consegue na rua a qualquer hora. O dela é superbem feito. A gente sempre come aqui com ela”, diz o cliente Henrique Vitorino.

Algodão doce lucrativo
O algodão doce tem altíssima margem de lucro. A matéria-prima é apenas açúcar. Em uma máquina ele é aquecido e gira em movimentos muito rápidos, o que provoca a incrível expansão de tamanho.

A máquina de algodão doce trouxe lucros para o empresário Samuel Baleeiro.

Investimento no negócio: R$ 1mil, para comprar o equipamento e matéria prima.

“Algodão doce é um produto antigo, todo mundo já conhece há muitos anos, as pessoas gostam. Compram para os filhos ou até para matar a saudade”, comenta Baleeiro.

Cada algodão doce é vendido a R$ 2, mas se a gente reduzir o produto ao custo da matéria-prima, representa muito pouco, 15 centavos, ou, um punhado de açúcar. O empresário mistura corante ao açúcar para chamar a atenção e vender mais.

“No começo a gente fazia só o algodão branco. Depois nós desenvolvemos essa técnica de colorir o produto. Com a coloração, a gente conseguiu dobrar as vendas e obter mais resultados”, garante o empresário.

Samuel Baleeiro também organiza festas. Leva touro inflável, balão, palhaços e algodão doce. Ele faz 12 eventos por mês e cobra R$ 800 pelo serviço. Uma rede de farmácia contratou a empresa para uma festa de inauguração. E foi um sucesso. A criançada se lambuzou com o algodão doce.

“Meus planos são: expandir cada vez mais e conquistar cada vez mais clientes para ser um futuro grande empresário”, aposta.

“Há uma procura muito grande de algodão doce e crepes em festas e portas de escola. A gente percebe em todos os locais uma procura bastante grande por esses produtos”, ressalta o empresário Ademir Ferrari.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

DESAFIO SEBRAE em Parnaíba

Nina Werg e Antônia Pessoa

Acontece dia 28/10/2010 em Parnaíba, cidade localizada a 318 quilômetros ao norte de Teresina, a solenidade de premiação da equipe do município que mais se destacou no Desafio Sebrae 2010.

O evento terá início às 09h00, no auditório do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae no Piauí, naquela cidade. No encontro, além da equipe, será premiado o professor ou coordenador de curso de faculdades ou universidades que mais inscreveu equipes para participar do jogo virtual.

Este ano, o Sebrae contou com os profissionais das instituições de ensino superior que, junto à equipe da instituição, impulsionaram os jovens universitários a aventurarem-se no mundo do empreendedorismo.

“A expectativa maior é que esta relação possa continuar e se fortalecer ainda mais. Os professores são os principais incentivadores de seus alunos. Isso foi bastante visível após a campanha de mobilização do Sebrae, no início do ano, quando foi feita a divulgação das inscrições para o Desafio.”, afirma a gestora do Projeto Atendimento Individual da Região do Litoral Piauiense, Isabela Carneiro.

O JOGO
O Desafio Sebrae é um jogo virtual que simula o dia-a-dia de uma empresa. Durante mais de seis meses, universitários de todo o país, organizados em equipes, testam sua capacidade de administrar um negócio, tomar decisões e trabalhar em conjunto.

O objetivo principal é disseminar a cultura empreendedora para os universitários que buscam caminhos para o começo de sua vida profissional. O jogo difunde conceitos de competitividade, ética e associativismo e desenvolve a capacidade gerencial em pequenos e médios negócios.

O Desafio é promovido pelo Sebrae em parceria com o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coppe/UFRJ.

Serviço:
Unidade de Marketing e Comunicação do Sebrae no Piauí: (86) 3216-1356
Agência Sebrae de Notícias Piauí: (86) 3216-1325

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Sebrae abre caminho para brasileiros que querem sair da informalidade

O objetivo da campanha é aumentar o número de empreendedores formais. Com o CNPJ, os trabalhadores podem transformar seu negócio.

Os brasileiros com empresas na informalidade têm agora uma chance de regularizar essa situação. Esta semana, uma campanha do Sebrae quer aumentar o número de empreendedores formais.

Eles trabalham por conta própria, tudo sem registro. E estão na fila para sair da informalidade: “Dezoito anos na informalidade”, conta a empreendedora Dione Miranda de Melo.

O mutirão do Sebrae abre caminho para quem quer ser um empreendedor individual legalizado: qualquer pessoa que trabalhe por conta própria no comércio, indústria ou serviço e tenha um faturamento de até R$ 36 mil por ano. Basta o CPF e o endereço: o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) sai na hora. Quem consegue o cadastro tem uma chance muito grande de transformar o negócio.

A outra metade de uma garagem virou sala de modelagem, onde são cortados os tecidos. A empresária Elenilda Fialho de Mesquita mora em uma casa com o marido e mais três filhos. O que seria uma varanda também foi dividida ao meio, pra poder funcionar a sala de costura.

São seis máquinas e uma funcionária registrada. E são produzidas 50 peças todos os dias, o dobro do que Elenilda produzia há um ano, quando não tinha o CNPJ. Agora, ela recolhe imposto e INSS, R$ 62,10 por mês. Tem direito a aposentadoria, pode emitir nota fiscal e tem chance de crescer.

“Na informalidade, a gente sempre trabalha com um pouco de receio, com medo de fiscais. Hoje, eu tenho meu ponto de venda, abro minhas portas sem medo de fiscalização porque eu trabalho dentro da legalidade”, conta a empresária.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Ciclo MPE.NET - 21 de outubro às 18h00 no auditório da ACP - Porto das Barcas


Parnaíba sediará no próximo dia 21 de outubro o Ciclo MPE.NET

O Ciclo MPE.NET é  um dos maiores eventos de capacitação sobre a Economia Digital do país. Com o objetivo de orientar as MPEs de todo o Brasil sobre as formas mais efetivas de participação para o universo do Comércio Eletrônico, o Ciclo MPE.net é realizado em diversas cidades brasileiras, recebendo um público médio de 300 empresários por evento.

Por meio de palestras ministradas pelas empresas líderes da Economia Digital em nosso país, são apresentados conceitos e ferramentas fundamentais para o sucesso do empreendedorismo na Internet. Assim, o evento discorre sobre temas relevantes como: Soluções de Pagamento Online, Logística, Segurança, Infraestrutura Tecnológica e Exportação.

Desta forma, o evento é uma ação com forte papel social para o crescimento e sedimentação da Economia Digital brasileira.

Confira a programação em Parnaíba/PI.

Local: Auditório da ACP - Porto das Barcas - Centro - Parnaíba/PI
Horário: 18h00 às 21h00



Infraestrutura necessária para seu Comércio Eletrônico
18h00 - Credenciamento e Welcome Coffee
18h45 - Abertura - camara-e.net/Sebrae/Correios
19h00 - Cruzamento de Negócios SEBRAE
19h30 - Gateway de pagamento – Cobre Bem
20h00 - Logística Global para o Comércio Eletrônico – Correios
20h30 - Gestão de riscos nas vendas com Cartão de Crédito -
21h00 - PERGUNTAS E ENCERRAMENTO



O Ciclo MPE.net é uma Iniciativa da camara-e.net, com o patrocínio dos Correios e do Sebrae, além do apoio institucional de vários associados da entidade. O evento encontra-se em sua sexta edição devido ao sucesso comprovado de suas ações, o que contribuiu para o aumento de parceiros e apoiadores.

Participe do Ciclo MPE.net!
É a hora de sua empresa aumentar sua participação na Economia Digital, para isso realize a sua inscrição.