sexta-feira, 7 de maio de 2010

Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios

Começaram as inscrições para o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios

Premiação destaca mulheres que são exemplos na gestão de negócios de micro e pequeno portes
Da Redação

Premiar histórias de mulheres empreendedoras que estão espalhadas pelo Brasil. Este é o objetivo do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios. As inscrições para a premiação começaram na última segunda-feira (03) e vão até o dia 06 de agosto.

Instituído desde 2004, o prêmio é uma iniciativa do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae Nacional; em parceria com a Federação das Associações de Mulheres de Negócio, BPW; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, SPM; e Fundação Nacional da Qualidade, FNQ.

Podem participar do prêmio mulheres empreendedoras com mais de 18 anos, proprietárias de micro e pequenas empresas; e membros de grupos de produção formal, que são cooperativas e associações de pequenos negócios produtivos com geração de trabalho e renda, que estejam estabelecidas formalmente há pelo menos um ano.

O regulamento do prêmio está disponível no site www.mulherdenegocios.sebrae.com.br. As interessadas também podem receber esse material nos escritórios do Sebrae em Teresina, Parnaíba, Picos, Piripiri, Floriano e São Raimundo Nonato.

O prêmio é dividido em três etapas: estadual, regional e nacional. As vencedoras das etapas estaduais ganharão um curso da matriz de soluções educacionais do Sebrae, nos segmentos de mercado, recursos humanos, finanças administração, produção, processos, empreendedorismo ou liderança.

As vencedoras regionais, além do curso da matriz educacional, recebem troféu e certificado, e uma viagem a Brasília para participar do evento de premiação da etapa nacional.

As grandes vencedoras da fase nacional ganham uma viagem para participar de um evento de mercado, com foco em empreendedorismo e gestão, no Brasil. O resultado etapa será divulgado em abril de 2011.

Tem também um prêmio extra, que contemplará os dois melhores depoimentos de todo o país. As escolhidas ganharão uma viagem a um centro de referência mundial em empreendedorismo.

Em 2009, o prêmio contou com a participação de 3.060 candidatas. “Este ano queremos dobrar o número de inscrições em relação ao ano anterior, até mesmo porque uma das nossas mulheres foi vencedora na categoria regional em 2008, e isso serve de estímulo para as demais”, explica a analista da Unidade de Conhecimento e Tecnologia do Sebrae no Piauí, Anieusa Queiroz.

Maiores informações na Unidade de Conhecimento e Tecnologia do Sebrae no Piauí, localizada no 1º andar do prédio da instituição em Teresina, na Av. Campos Sales, nº 1046, Centro; ou através do telefone (86) 3216-1376. As interessadas podem também procurar os escritórios do Sebrae em Teresina, Parnaíba, Picos, Piripiri, Floriano e São Raimundo Nonato.


Serviço:
Unidade de Conhecimento e Tecnologia do Sebrae no Piauí: (86) 3216-1314
Gerente: Solange Azevedo – (86) 9429-3869

Chefs de cozinha de São Paulo visitaram o Piauí

Profissionais vieram conhecer a culinária do Estado
Antônia Pessoa

Esta semana os chefs de cozinha de São Paulo, Gabriel Broide e Felipe Ribenboim, do Restaurante Dois, estiveram no Piauí para conhecer a culinária do Estado. O Restaurante Dois vai sediar o Festival Gastronômico da Piauí Sampa, evento que acontece de 24 a 30 deste mês, na capital paulista.

Broide e Ribenboim visitaram as cidades de Teresina, Piripiri, Campo Maior, Pedro II, Parnaíba e Ilha Grande.

“Recebemos o convite do Sebrae para sediar este festival e achamos a idéia muito bacana. Durante a visita, fizemos pesquisa de produtos e resgate de alguns ingredientes para montar um cardápio para esse evento gastronômico”, comenta Ribenboim.

O Restaurante Dois receberá ambientação especial com elementos típicos do Piauí. Estão previstas também apresentações culturais, que devem acontecer todas as noites, durante a realização do Festival Gastronômico.

“Viemos para conhecer os produtos regionais e ver como podemos utilizá-los em novas receitas. Vamos criar pratos a partir de receitas tradicionais, mas com novos ingredientes e técnicas modernas, levando em consideração nosso conceito de cozinha contemporânea”, explica Broide.

O Festival Gastronômico funcionará em sistema de menu de degustação, com uma sequência de sete pratos, que serão servidos de acordo com a composição de cada receita. As novas receitas também poderão ser consumidas fora do menu de degustação.

“Os pratos serão criados após esse intenso trabalho de pesquisa aqui no Piauí. Com essa visita tivemos a oportunidade de entender melhor a cultura do Estado, conhecer algumas essências e testar novos sabores”, acrescenta Broide.

Os chefs conheceram a manteiga da terra, a carne de sol, caranguejo, o pequi e outros produtos típicos do Estado.

“A cozinha é viva, por isso vamos repensar esses ingredientes e fazer as mesmas receitas de formas diferentes. Esses novos pratos serão testados junto nosso público e dependendo da aceitação podemos incluir algum no nosso cardápio, já que mudamos o menu do restaurante a cada seis meses”, informa Ribenboim.

O Restaurante Dois já sediou outros festivais gastronômicos, sempre com foco na pesquisa de novos produtos, que possam tornar as receitas cada vez mais interessantes e saborosas.

Serviço:
Unidade de Atendimento Coletivo Comércio e Serviços do Sebrae no Piauí: (86) 3216-1305
Gerente: Gilson Vasconcelos – (86) 9427-0956

Chefs de cozinha de São Paulo visitaram o Piauí

Profissionais vieram conhecer a culinária do Estado

Antônia Pessoa


Esta semana os chefs de cozinha de São Paulo, Gabriel Broide e Felipe Ribenboim, do Restaurante Dois, estiveram no Piauí para conhecer a culinária do Estado. O Restaurante Dois vai sediar o Festival Gastronômico da Piauí Sampa, evento que acontece de 24 a 30 deste mês, na capital paulista.

Broide e Ribenboim visitaram as cidades de Teresina, Piripiri, Campo Maior, Pedro II, Parnaíba e Ilha Grande.

“Recebemos o convite do Sebrae para sediar este festival e achamos a idéia muito bacana. Durante a visita, fizemos pesquisa de produtos e resgate de alguns ingredientes para montar um cardápio para esse evento gastronômico”, comenta Ribenboim.

O Restaurante Dois receberá ambientação especial com elementos típicos do Piauí. Estão previstas também apresentações culturais, que devem acontecer todas as noites, durante a realização do Festival Gastronômico.

“Viemos para conhecer os produtos regionais e ver como podemos utilizá-los em novas receitas. Vamos criar pratos a partir de receitas tradicionais, mas com novos ingredientes e técnicas modernas, levando em consideração nosso conceito de cozinha contemporânea”, explica Broide.

O Festival Gastronômico funcionará em sistema de menu de degustação, com uma sequência de sete pratos, que serão servidos de acordo com a composição de cada receita. As novas receitas também poderão ser consumidas fora do menu de degustação.

“Os pratos serão criados após esse intenso trabalho de pesquisa aqui no Piauí. Com essa visita tivemos a oportunidade de entender melhor a cultura do Estado, conhecer algumas essências e testar novos sabores”, acrescenta Broide.

Os chefs conheceram a manteiga da terra, a carne de sol, caranguejo, o pequi e outros produtos típicos do Estado.

“A cozinha é viva, por isso vamos repensar esses ingredientes e fazer as mesmas receitas de formas diferentes. Esses novos pratos serão testados junto nosso público e dependendo da aceitação podemos incluir algum no nosso cardápio, já que mudamos o menu do restaurante a cada seis meses”, informa Ribenboim.

O Restaurante Dois já sediou outros festivais gastronômicos, sempre com foco na pesquisa de novos produtos, que possam tornar as receitas cada vez mais interessantes e saborosas.


Serviço:
Unidade de Atendimento Coletivo Comércio e Serviços do Sebrae no Piauí: (86) 3216-1305
Gerente: Gilson Vasconcelos – (86) 9427-0956

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O que é o Programa Sebrae para Empresas Avançadas?


O que é o Programa Sebrae para Empresas Avançadas?

Fonte: Sebrae Nacional


Sebrae oferece soluções para empresas que busca a evolução de seus negócios

O Programa Sebrae para Empresas Avançadas apóia o processo de crescimento de pequenas empresas que buscam a evolução de seus negócios. É composto por conjunto de soluções aplicadas conforme as necessidades da empresa avançada. O projeto reúne diversas modalidades – consultoria individualizada por empresa, workshops, capacitação, palestras e encontros – direcionadas para você que busca práticas mais avançadas de gestão.

O Programa é para você que está sem tempo para planejar o futuro da sua empresa, tem dificuldade em delegar tarefas, se sente sozinho, deseja trocar experiências com outros empresários e necessita de soluções práticas aplicáveis imediatamente na empresa.

Inscreva-se já nas soluções do projeto! Você terá a oportunidade de implantar modelos avançados de gestão empresarial, ampliar sua rede de contatos, implantar estratégias para estimular a inovação na sua empresa, analisar os aspectos fundamentais da gestão financeira e melhorar o processo de tomada de decisões gerenciais entre outras estratégias.

As soluções que fazem parte do programa são:


- Estratégias empresariais

- Gestão da inovação - inovar para competir

- Planejando para internacionalizar

- Gestão Financeira - do controle à decisão

- Encontros Empresariais


Saiba mais sobre as soluções do Programa Sebrae para Empresas Avançadas: http://www.sebrae.com.br/

segunda-feira, 1 de março de 2010

O desafio da prestação de serviço: a experiência do cliente

O desafio da prestação de serviço: a experiência do cliente

Confira como o atendimento ao cliente pode impactar de forma positiva ou negativa para a imagem da empresa

Por que a prestação de serviço, independente do segmento de negócios, é tão precária?


Essa é uma questão que sempre aparece no início do curso de Marketing de Serviço, feita pelos alunos do MBA da ESPM. A resposta complexa porque envolve diversas variáveis, começando pelo elemento humano, passando pelos processos, envolvendo as estruturas de atendimento e, muitas vezes, as estruturas da própria operação de serviço. O elemento humano dentro de uma prestação de serviço é o coração do negócio, já dizia um estudioso do assunto. Quase toda prestação de serviço é “humano dependente”. Portanto, esse elemento é de fundamental importância para os negócios, mas quase sempre muito pouco preparado, treinado, capacitado.

E sempre a culpa recai sobre a “pessoa” que presta o serviço, quando na verdade é do gestor do negócio que não viabilizou, não considerou importante ou até mesmo não sabe da relevância do elemento humano dentro de um negocio que é “serviço”. Tão pouco as próprias pessoas que trabalham na área tem a dimensão de sua importância para o sucesso da empresa. Estas pessoas se consideram apenas agentes de tarefas, executores de determinadas funções, quando na verdade representam a própria empresa em si. Principalmente quando se encontram na linha de frente do negócio, ou seja, no contato direto com o cliente.

Como exemplo pode-se citar as recepcionistas dos consultórios, seja de dentista, cirurgião plástico, pediatra, não importa a especialidade. A própria palavra já diz recepcionista - o que recebe, encaminha, ajuda e que, na verdade, passa a primeira impressão sobre aquele serviço. Primeira impressão que prepara para as próximas. Que se for boa já cria uma pré-disposição positiva e se for negativa nem precisa dizer o que acontece.

Diferentes tipos de clientes que demandam tratamentos diferenciados
Para o atendimento não basta apenas à boa vontade da pessoa. É preciso muito mais do que isso. É necessário conhecimento sobre o produto/serviço que está representando, é indispensável educação e cortesia, além de saber lidar com os diferentes tipos de clientes que demandam tratamentos diferenciados. Se a pessoa é extremamente objetiva requer que o atendente seja direto, não entre em muitos detalhes e transmita domínio sobre o assunto. Da mesma maneira o cliente mais dependente necessita de um tratamento mais assistencial.

Ou seja, é necessário acima de tudo que a linha de frente compreenda sua relevância para o negócio, além de ser treinada para que reconheça e atenda os diferentes tipos de clientes adequadamente. Isso é o início da excelência em prestação de serviço. Início porque os demais elementos como processo e estrutura devem continuar contribuindo para que a experiência do cliente seja de verdadeira excelência.

Experiência do cliente
Atualmente fala-se muito sobre a experiência do cliente, mas pouco se faz para que ele realmente tenha uma agradável experiência, para não ir ao extremo e dizer uma experiência inesquecível. Como costumo dizer aos alunos, essa experiência é sempre uma questão de detalhes. São os detalhes que tornam a experiência ou muito agradável ou uma decepção total. Quando se analisa os diversos casos relatados pelos próprios alunos, todo aprendizado que resulta é: os detalhes explicam tudo. E, por trás dos detalhes estavam às pessoas, sejam detalhes que impactaram positivamente ou negativamente.

A primeira coisa que o gestor de serviço deveria fazer é passar pela experiência do seu próprio serviço, para ter o devido conhecimento do que está entregando para o seu cliente. E, por incrível que pareça, nem sempre ele conhece essa experiência assim como os “ditos” detalhes.

Viver a experiência do cliente é o primeiro requisito básico para entender do que ele precisa, gosta e deseja. E às vezes os gestores, sem esse conhecimento, consideram que para encantar o cliente é necessário muito investimento. Nem sempre é uma questão de investimento em bens materiais, mas sim em capacitação dos colaboradores, em entendimento do que eles representam na prestação de serviço onde ouso dizer, copiando a máxima da publicidade, “eles são a alma do negócio”.

Ione Almeida (Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie e Pós-graduada em Marketing pela ESPM-SP. É professora nos cursos de MBA da ESPM Business School, Professora convidada da FGV e Sócia fundadora da Almeida Associados Consultoria Estratégica. almeida.ione@terra.com.br)

Fonte: Mundo do Marketing (www.mundodomarketing.com.br)















segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Uma nova Economia exige um novo modelo de Inovação

Modelos de gestão de inovação utilizados há 30 anos estão obsoletos e precisam ser "inovados"

O mundo mudou. A forma como trabalhamos e gerenciamos as empresas também mudou. Vivemos em uma nova era, em uma nova economia, onde os setores da sociedade tiveram de se adaptar aos novos métodos e sistemas. No entanto, o setor industrial não acompanhou estas mudanças com a mesma velocidade.

A romântica concepção que tínhamos sobre Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) no passado, da qual tanto nos orgulhávamos, e lutamos durante décadas para defender do desmonte das engenharias no Brasil mudou. A imagem do guarda pó branco, bancada e microscópio - por mais fascinante que seja - está obsoleta.

Em um novo cenário econômico, redefinido após crises e turbulências no mercado internacional, tendo como motor da economia a indústria automobilística, já não existe mais. Com uma nova configuração, os setores da economia que envolvem diretamente serviços, experiência e relacionamento passaram a ganhar mais destaque. Existem novas dimensões para a inovação que tem de ser percebidas e, o mais importante, incorporadas pelas empresas no Brasil, independente de seu porte.

Podemos citar como exemplo a indústria de software. Ao olharmos para dentro dessas organizações, no setor de P&D, não vemos nenhum instrumento de medição tradicional, pipetas ou tubos de ensaio. No entanto é uma das indústrias escolhidas como estratégicas para o nosso País.

É com ela e com os serviços de telemarketing, por exemplo, que enfrentamos cara a cara a Índia, outra economia emergente. Muito mais do que atendentes e telefones, as empresas de atendimento são um segmento chave de nossa economia, que emprega, hoje, cerca de um milhão de brasileiros.

Olhando mais de perto para estes segmentos encontramos jovens engenheiros dessas "fábricas de conhecimento social" que estão nesse exato momento - enquanto você lê este artigo - desenvolvendo e aplicando sofisticados modelos matemáticos, correlações reversas, combinando em seus "laboratórios" os "elementos químicos" que extraíram de terabytes de conhecimento armazenados em bancos de dados.

Com essa inovação são capazes de antever reações, a sua inclusive (eles sabem muito mais sobre nós do que imaginamos) e assim produzir enormes saltos de produtividade e qualidade. De acordo com o mais puro conceito de inovação definido nos manuais especializados, estas pesquisas tornam possível antecipar-se à mudanças, gerenciar reações ou simplesmente responder quem, entre uma multidão de inadimplentes, pagará se enviado um segundo boleto. Verdadeiros laboratórios, tão importantes quanto os antigos, mas construindo novas ciências.

Na própria indústria tradicional a inovação também se modificou. Pense em uma fábrica de cerveja e refrigerantes. Saudosistas egressos do P&D, como eu, tenderiam a imaginar que para inovar, em uma indústria dessas, precisaria ir atrás do que existe de mais avançado em ingredientes, aromas e processos de fermentação.

De fato isto interessa, porém também se está em busca das modernas tecnologias para controle de frotas, sistemas sofisticados para monitoramento dos estoques, do fluxo dos produtos até as mãos do consumidor. O impacto disso no prazo de validade, no frescor de uma boa cerveja gelada pode ter maior força competitiva contra um produto importado ou da molécula nova de cevada especialmente pesquisada.

Uma nova concepção de produto ou serviço, na qual essas definições dão lugar ao conceito de proposição de valor que as empresas geram.

É justamente esta nova inovação tecnológica, o "combustível" estratégico para a competitividade, o desenvolvimento econômico e o emprego no Brasil. Não podemos estar de olhos fechados para ela, sob o risco de ficar restritos aos produtos e negócios da economia do passado.



Por Valter Pieracciani (Sócio-diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas e autor do livro Usina de Inovações - Guia Prático para Transformação da sua Empresa e Máster in Science (MSc). www.pieracciani.com.br)
HSM Online
01/02/2010




sábado, 23 de janeiro de 2010

O estado da arte em vendas: Sonhando o sonho do seu cliente

Um dos principais desafios do vendedor é fazer com que o valor de sua oferta seja percebido por seu cliente. Para isso é fundamental entrar no seu universo e entender sua percepção sobre o real significado do valor. Nesse artigo retornarei a série de conteúdos que tem como foco principal o processo comercial orientado para o valor. Já abordamos aqui as fases da segmentação (no artigo “Identifique seus melhores clientes e demita os indesejados”) e a do diagnóstico de valor (“Não pergunte ao seu cliente o que ele deseja. Enxergue o mundo com seus olhos”). Agora é a vez da fase do desenho da proposta de valor. O principal objetivo aqui é fazer com que o cliente reconheça todo o valor que você está entregando em sua oferta e abordagem.



Reforço um ponto que não me canso de chamar atenção: aquilo que não é percebido simplesmente não existe. Logo quando seu cliente não reconhece o valor que você desenvolveu para ele é porque simplesmente ele não percebeu esse valor. Simples assim.



Quando ocorre essa situação a tendência é que ele migre sua atenção para um elemento da oferta que conhece muito bem: o preço. Assim, sempre que o cliente migrar sua atenção exclusivamente ao preço é porque ele não percebeu os outros atributos de valor aportados em sua oferta. Essa armadilha faz com que sejamos impulsionados a entender em profundidade o universo do nosso cliente identificando, além de suas demandas, sua visão e entendimento sobre o que é valor.



Para isso temos de sonhar o sonho de nossos clientes. Só assim entenderemos sua percepção sobre o significado de valor. Notem que estamos diante de um grande desafio porque temos de ter abertura para poder entrar no seu universo. Na realidade nós temos de ser merecedores desse privilégio. Temos de conquistar esse espaço. Daí a importância da construção do relacionamento baseada em confiança com nossos clientes. Você só convida a entrar na sua casa e vivenciar seu universo aquela pessoa que confia plenamente, não é? Se é assim conosco, porque seria diferente com nossos clientes?

Outro desafio proveniente desse processo reside no fato de que, em algumas situações, o cliente tem preguiça em se esforçar para entender o valor que você está entregando a ele. Estudos provenientes do campo da neurociência comprovam categoricamente que o ser humano em geral tende a tomar a decisão mais cômoda em detrimento da melhor. Isso ocorre porque tendemos a economizar esforço cerebral optando pelas formas de processamento mental que demandam menos trabalho mesmo sendo menos precisas.



Você dúvida dessa tese? Então pense todas as vezes que tomou uma decisão de consumo que não fazia nenhum sentido racionalmente, porém era a mais cômoda. Como colocar gasolina no posto mais perto de sua casa mesmo que ele não seja tão confiável. Ou do dinheirão que gastou na compra daquele produto por puro impulso mesmo sabendo que, se pesquisasse um pouco mais, encontraria um melhor preço. Faz sentido para nós, não faz? Então para nosso cliente também.

Essa tendência pela escolha do mais fácil implica em sermos muito assertivos no desenho de nossas propostas comerciais que devem estar mais focadas naquilo que o cliente quer ouvir e menos nos elementos a nosso respeito. Um dos pecados capitais em se tratando da formatação de propostas comerciais ocorre, por exemplo, quando os 10 primeiros slides de sua apresentação falam do seu negócio e não do universo do cliente. Ou ainda quando os 10 primeiros minutos de sua abordagem comercial são dedicados a evidenciar o quanto sua empresa é importante e não em como ela resolverá os problemas de seu cliente.

Devemos ter como mantra um ponto fundamental: o cliente está interessado em saber como nossa solução vai resolver o problema dele e não em saber das maravilhas de nosso negócio. Incrível que esse discurso já está gasto, mas me deparo com vendedores e vendedores caindo nessa armadilha todos os dias.



Na fase do diagnóstico sugeri que uma metáfora bastante adequada para simbolizar o papel do vendedor nessa fase é do médico de família. Na fase do desenho da proposta de valor a metáfora que cabe é a do arquiteto. O bom profissional de arquitetura é aquele que consegue entender o sonho de seu cliente tangebilizando-o em um projeto campeão.

Quando achamos um arquiteto que consegue essa proeza a sensação que temos com o resultado do processo é maravilhosa. E todo mundo sabe o que acontece quando você começa uma reforma ou a construção de uma casa com o envolvimento de um profissional competente, não é verdade? O processo vai evoluindo, você gosta de uma nova decoração aqui, um novo acabamento ali e quando menos percebe não está mais fazendo conta do orçamento final da obra e sim se as prestações financiadas cabem no seu bolso. Ou seja, o atributo preço tornou-se desprezível perante a todo o valor entregue no projeto. Pois esse deve ser nosso posicionamento. Devemos nos empenhar em entregar um valor tão grande ao cliente que ele deve preocupar-se apenas em como pagar a conta.



Quando chegamos nesse nível basta ter paciência e habilidade para fechar o negócio. Dedique-se a sonhar o sonho de seus clientes e veja os resultados. Garanto que serão da proporção desses sonhos.



Por Sandro Magaldi (diretor comercial da HSM do Brasil, Professor da ESPM e autor do livro Vendas 3.0 - Uma nova visão para crescer na era das ideias. Visite seu blog: www.sandromagaldi.com.br )



quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Desafio SEBRAE 2010

O Desafio em 2010
Brasília, edição Nº. 263 - ANO VI - 21 de Janeiro de 2010


Atenção Galera, este e-mail é para que vocês fiquem atentos ao Desafio Sebrae 2010. Este ano, o maior jogo virtual de empreendedorismo terá como tema a administração de uma empresa de instrumentos musicais. Em 2009, mais de 131 mil estudantes participaram do jogo. Este ano, esse número será muito maior. Teremos muitas surpresas pela frente. Aguardem!!!


Voltado para estudantes do ensino superior de qualquer curso, o Desafio Sebrae é um jogo virtual que simula as atividades de uma empresa real. Os jogadores reúnem-se em equipes de três a cinco integrantes e ficam responsáveis por gerenciar virtualmente uma empresa. Os prêmios para os vencedores estaduais são cursos no Sebrae, laptops e uma viagem para uma cidade brasileira. A equipe vencedora nacional ganha o prêmio máximo, que é uma viagem de dez dias para conhecer centros de empreendedorismo na Europa. Uma maravilha.

Depois de inscritas, as equipes montam a empresa virtualmente, escolhem o nome, localização, contratam funcionários e fazem o orçamento. Após esse período, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, que é moderadora do jogo em associação com o Sebrae, faz as equipes tomarem conhecimento da rotina diária de uma empresa, com seus problemas e conquistas. Os aspirantes a empresários então se reúnem, discutem o problema e elaboram uma solução, que é enviada de volta à universidade. Para cada problema há uma espécie de gabarito, que são as decisões empresariais esperadas pelos coordenadores que formularam os problemas. Quanto mais as decisões das equipes se aproximarem do gabarito, mais pontos a empresa receberá.

O desafio é dividido em cinco fases. As três primeiras são virtuais, em que as equipes jogam via internet e competem em seu próprio Estado, divididas em chaves. As duas últimas são presenciais. A Etapa Semifinal será disputada em Recife e a Final Nacional em Brasília. Nem é preciso dizer que a cada fase o jogo fica mais difícil, assim como é administrar uma empresa na vida real. Este é o Desafio.


Jorge Massarolo
jmassarolo@terra.com.br

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Cuidado, venda casada é crime!

Cuidado, venda casada é crime!


18/01/2010 por borishermanson



Venda casada é a pratica comercial onde um comerciante ou prestador de serviços condiciona a venda de um produto ou serviço à aquisição de outro.
Os exemplos mais conhecidos desse tipo de prática comercial ocorrem nos casos em que o comerciante condiciona, ou seja, obriga o consumidor, na compra de um equipamento de informática, a adquirir junto com ele um determinado programa de computador, ou no caso de serviço, quando o gerente ou funcionário de um banco determina que a concessão de um empréstimo deva ser acompanhada pela aquisição algum outro produto financeiro, tal como seguro.
Nos dois exemplos citados não é permitido ao consumidor exercer seu direito de escolha, ou seja, ele não pode comprar somente o equipamento de informática sem o referido programa ou, no caso do banco, ele não puder contratar o empréstimo sem ter que fazer o seguro. Diante desse tipo de situação teremos uma venda casada.



Conseqüências legais:
O Código de Defesa do Consumidor proíbe a prática da venda casada (inciso I do artigo 39 da Lei n.º 8.078/90)

Não bastasse essa proibição, temos ainda a Lei Federal n.º 8.137/90, que a considera crime contra as relações de consumo, estabelecendo a pena de detenção de 2 a 5 anos e multa para quem realiza tal tipo de prática.

Desta forma, fica bem claro em nossa legislação que a vontade do consumidor é soberana, ou seja, ele não pode ser obrigado a adquirir um produto ou serviço que ele não queira.

Por fim devemos alertar que não se pode confundir venda casada como oferta de produtos em promoções do tipo compre 3 leve 2. Neste caso trata-se de uma prática comercial onde é oferecida ao consumidor uma vantagem caso ele compre mais de uma unidade do produto em promoção.

Também não podemos falar em venda casada no caso de estabelecimentos atacadistas que comercializem apenas produtos em determinadas quantidades, pois o público alvo desse estabelecimento não é o consumidor final, mas sim outros estabelecimentos comerciais.

Sendo assim aconselhamos que o empresário evite, a todo custo, adotar qualquer procedimento que possa configurar a prática de venda casada.

 
 
Fonte: http://borishermanson.wordpress.com/2010/01/18/cuidado-venda-casada-e-crime/

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

No interior, sirene em padarias avisa que pão está pronto.

É um bom negócio também para os clientes, que agora sabem a hora certa de comprar o pãozinho.

A sirene serve para avisar os moradores que o pão quentinho já saiu. Como todos já se acostumaram com o barulho, daqui a pouquinho os fregueses começam a chegar. Foi assim que o dono conseguiu aumentar as vendas. Bom negócio também para os clientes, que agora sabem a hora certa de comprar o pãozinho.


O som atrai a clientela que logo vai chegando.

“Já é tradição”, elogia a professora Daiane Valim.

Desde que o alerta sonoro virou a marca da padaria, há três anos, Maurício conseguiu aumentar em dez vezes a venda de pães: “Tomamos gosto. Fazemos pequenas porções e avisamos todo mundo. Quem não gosta de pão quente?”.

A 50 quilômetros dali, outra padaria também adotou o sistema. Em General Salgado, cidade com 10 mil moradores, só a padaria de Vera Fantini tem a sirene.

“Foi uma forma de diferenciar a padaria e chamar os clientes”, comenta a dona de padaria Vera Fantini.

Quem apostou nesta forma de fazer a propaganda do pãozinho garante: é a receita do sucesso.

Nas duas padarias, são seis toques por dia. Mas há regras. Nada de sirene antes das 6h, nem aos domingos.


Fonte: http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1453388-16020,00-NO+INTERIOR+SIRENE+EM+PADARIAS+AVISA+QUE+PAO+ESTA+PRONTO.html